segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Receita Literária à guiza de Novela

Fernando Namora com Florbela, que Espanca e sai à noite, com Antero, pelo Quental. Júlio De Niz almoça com aquela, Eça, que Quer eiroz e sua Pessoa, Fernando, acompanha com Cesar i Ny no jardim, uns absintos


De António, Nobre, o sempre só, pouco se sabe. Apenas que perseguia um Peixoto com Fernando, Dacosta. Aos Domingos, Amaral viajava no tempo curto e com Isabel Fica Bem passeava em Rabelo Pinto, para os lados de Aveiro.

«Aqui, Lino, no Ribeiro», acenavam as três Marias. uma na Horta, outra, mais abaixo, no Barreno, outra ajudava um Velho Ramalho, perdido no Ortigão. Para os lados do Camões, Luís, Bocageava, com soninho, quer já era tarde

E o Berto escrevia cartas de Juízos finais ao Helder do 3º esquerdo. Vinha Ver Gílio, Ferreira de profissão, e Ali, se vieira ou ostra, abria a Portela ao Filho que chegou tarde do trabalho

No bairro, Dava Ares gritava à soleira: «És um Camilo em cima de um Castelo, Branco... e que Pessanha!» - Era em Agustina, estava calor e Bessa Luis sentava-se na sombra fresca das vides despontadas a Verde Cesário, que é um pouc mais claro .

Tia Tónio, Lupino de Antenas era um engenhocas que alugava as águas furtadas que eram de João, que ia Aguiar até ao fim do Mundo, como disse antes de desaparecer na esquina da rua

Com ele vivia um pequeno Agostinho, da Silva, este, e o Ferreira, andava pelo Castro em busca de vestígios arqueológicos que provassem que todos descendiam de uma raça de peixes hominídeos

Já Adolfo, Coelho, saltitava, porque também ele sabia bem o que é ser jantar, e Herculano apresentava-se ipecaelmente pontual à porta, vinha de Almada, e dizia quer a noite eram Negreiros escondidos da Lua.

-Ó Neill! Anda jantar que está na mesa, e traz-me uma Botelho de Inês, para o teu pai. Este era o Meida, Garrett, chamavam.lhe os amigos, ele, sempre de cigarrinho á ponta dos lábios, Alves Redois que prendiam a Correia Clara

António era um Aleixo, ou seja, o contrário do desmazelo, de alça à baptista seguia pelo Areal. Eram Quadros de ramos Rosa, lambia o Santareno,

Sobre um Cruzeiro, Seixas e Gueixas `Cunha, Leal como um Gedeão, e logo Dinis, de Machado sombrio na mão revolve.

Sentados à mesa. postos os talheres de prata assumem, para degustação imperial, um livro normal, de um autor banal, que é top nacional. A eles o esquecimento cobre com manta ileterada, bombeiros de sua língua tão amada.

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