Ó José António, bem sei que os milagres, às vezes, acontecem, mas não és propriamente S Francisco de Assis, sábio homem que de bom grado trocava a companhia «humana» pela da Natureza. Afastava-se assim, de fatwas e mediocridades várias, apenas de lamentar é o corte de cabelo... Serão modas, serão rosas...
Não nos tragas mais cinquenta sombras, que sombrias andam as mentes de quem, auferindo muito e nada fazendo, nos ordena que trabalhemos mais e ganhemos menos. Eu grito Basta! Tu dizes «Amarelo», códigos contributivos àparte,enquanto não te portares como um espanhol, hás-de ser sempre um Oriente distante, nunca um Homem.
Terás, como assumido, de ser O Estratega (seja o escravo que a sua empresa sempre quis)... Líder? Para líder temos o livro indicado para tirar o curso na maior (das libidinosidades). Ou como se conspurcam séculos de conhecimento, trocados por umas meias sujas no balneário, umas sessões de bullying e supremacia social.
Depois do Método Relvas, outro aldrabão conta como é possível ser-se prof. universitário cantando e buendo pelas ruas com a Tuna. Marrar é para bois, há que saber viver a vida e fazer conhecimentos ultrajantes, fazendo-se valer mais da capacidade emborcativa que da intelectual.
Tal não é de somenos importância, não há nada como denegrir uma instituição como a do Ensino Superior. Asnos doutos são os outros, estes são tão somenos bestas patrocinadas em bitaites, com tiques fascizóides e ténue carácter, frutos podres de podres árvores e caldeiras furadas...
Ai é até ao fim? Se Kershhaw, tem de pôr a notinha na fisga... que Maria Barroso, mais sua Fundação da chazada, terá igualmente direito a legar-nos o seu olhar sobre a vida (que há quem só a tenha sob), à custa do Estado, Mulheres Livres recusam prémios, não vivem de expedientes.
Não Odiarei, é a Grande Mudança e, se, de Espanha, nem bons ventos nem bons casamentos, valha-nos as memórias... que saudades da Guerra Civil de Espanha. catalunha livre, País Basco Vasco, Galiza de novo nossa, Andaluzia libertária e comunal, esse é o destino de Espanha, reino artificial e adulterado
Em 1493 eu não estava cá, Já em 2013, logo se verá. São Tempos de Transição, estes,mais um Inverno no Mundo, assistem-se à Queda de Gigantes, geralmente, em cima dos dedos dos pés das formigas anões... Será? A ver, de 15 em 15 dias, a cotação bolsista acompanhando a indignação expressa e manifesta.
Pensar depressa e devagar, ou a arritmia mental, ou será diarreia moral, a que, fundamentalistas reservam a blasfemos, tão cientes de suas iluminadas tradições trogloditas em contínuo desafio à Humanidade. Apedrejamentos e lapidações deixados a um flanco, logo surgem Fundações extremistas que oferecem pela vida de uma boca, milhões...
O Vento dos outros é sempre mais brisa que tornados, no entanto, tornando ao início das coisas, vento é vento e os outros serão sempre os outros. Esses, que estão em todo o lado e tanto são eles como para outros, acabaremos por ser também nós vistos de costas. arrendamentos que se alteram, leis do trabalho que se desfazem.
Como diz o povo: No poupar é que está o ganho... de poupança fala de cheia pança, o lambão que o produto do meu trabalho comeu. Poupança cansa quem se afiança só se fôr em França, pois que em Portugal, poupar só é real, quando houver aumento salarial. E consumo há o que pode haver, mas ainda os há, que ficam a dever... pagamos eu, pago nós.
Agora, esta escatologia da reentrada literária, antes de almoço, serve como aperitivo, que o digestivo, esse fugidio putativo, é estar no activo... o que é cansativo, minhas horas de trabalho crivo, não sou assim, sou criativo. Não sou passivo, não sou activo... o cú é meu e não o divido.
Poupança.... bah! Trabalha-se um mês inteiro, mas não chega o dinheiro, e ao ano... miséria e carnificina, até um pedinte, na escada da igreja, tem maiores emolumentos que eu, entre lamentose tormentos, deixo meus proventos na mão do ladrão, perdão, cabrão, os meus cumprimentos, patrão.
E gasta-se a vida em tamanho turbilhão, que os sapientes animais não, não se perdem em si, não se encontram nos outros, não pedem mais nem exigem impossíveis, apenas vivem naturalmente, a pessoa nunca, a pessoa mente, e afastada da verdade vai, morrente, despejar a vida em vinho quente, dormente e demente, até que a morte se apresente.
Os primos da América não são a voz da diferença, e a amante do reizinho deu um peidinho, grandes vidas breves e tantos medíocres longevos, essa é a realidade, como se a ruindade emprestasse longevidade, acrescentando à luxúria sociopata anos de vida em qualidade, em deterimento dos restantes.
Já calculaste quanto é que precisas de trabalhar para mereceres o que recebes (para mim, um dia basta, meio dia, só de lucro). Os restantes espaços temporais de 8 em 8 dispostos vão directinhos para um grande buraco, provavelmente sem fundo, porque nunca mais os vejo, e se despedem, sem ao menos um beijo.
Glória ao Pai e à dieta dos 31 dias (eu meto-me cá em cada 31...), afinal... Qual é o Banco que manda aqui? Resgatados, resgatados... não vejo resgate algum, os ladrões continuam a roubar com afinco e sem travão algum! Haja um, que inadvertidamente morra, logo a hidra coloca dois ou três em seu lugar, cá estamos nós para os sustentar.
O Homem em busca de um sentido não se pode quedar sentado. Desperta e levanta-se... possa o Homem deixar o Homem acordar e reclamar o que lhe incumbem as energias cósmicas, cantando lá do alto, sobre o campo de concentração electromagnético que nos mantém cativos neste Dauchau oval a que chamamos Terra, embora seja mais Água ou Fogo, que aquela, mas também se pode chamar prisão, que é onde poucos escravizam muitos, não reconhecendo os seus próximos como seu irmão.
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